Aproximem-se mais, que isto é coisa para ser a modos que do foro íntimo, e não quero estar para aqui a berrar. Então cá vai: o-d-e-i-o preservativos Control. São maus. Desconfortáveis. Incómodos. E pronto, era isto. Já podem ir.
Em pesquisa para um trabalho, descobri que os Astecas atribuíam a um coelho o valor de oito sementes de cacau. Já os favores sexuais de uma cortesã custavam dez sementes.
Não sei se não teriam as prioridades um bocado baralhadas...
Desculpem o atraso. O motivo é o do costume: revistas a mais, pessoas a menos. E como a saga continua, fiz um intervalo só para vos dizer uma coisa de extrema importância:
O doce de morango fica muito bem nos filmes e nos livros infantis, mas na vida real é um flop.
Agora vou ali a Düsseldorf e já volto. Via Zurique, que fica mesmo no caminho, toda a gente sabe. Encontramo-nos outra vez quando a República for proclamada, boa?
Ainda não comecei a fazer oinc, oinc, não deve ser preocupante. Anyway, vou para casa e só volto na segunda, porque as fundações das paredes aqui da chafarica não aguentam outro dia dos meus espirros. Além disso, a Raquel olha para mim com ar de censura e o tamanho da barriga dela faz-me sentir culpada por tossir, espirrar, respirar... existir, no fundo. Beijos e abraços para vocês (com máscara, para os que fizerem questão).
Um armário da cozinha cometeu suicídio. Copos, cálices e chávenas de café, tudo feito em cacos. Microondas coxo de uma pata. Frigorífico com uma amolgadela no topo. IKEA, never again.
Não sei se comente convosco o facto de, a partir de agora, só comprar calças de ganga na Zara (há pouco tempo um encontro imediato entre uma esquina de uma mesa de metal e umas Pepe Jeans novinhas em folha resultou num buraco na perna; agora, um agachamento para apanhar uma coisa do chão teve como consequência um rasgão no joelho de umas Miss Sixty não tão recentes mas ainda assim muito pouco usadas), ou o atentado à liberdade de imprensa que a saída do ar do Jornal Nacional da TVI supõe (obrigando-me a sair em defesa de um formato e de um tipo de jornalismo que não me diz nada, mas a liberdade acima de tudo).
Acho que já não é nova, mas só agora é que a comecei a ouvir constantemente na rádio. É de uns tais de Classificados, e o pior é que parece que se chama "Rosa".
«Tens um nome delicado Não se pode escrever É preciso entrar em ti, para te poder conhecer»
Ora, sou só eu que acho isto assim um bocado a modos que... pornográfico?
A pergunta que me inquieta a mente, que não me deixa dormir e da qual, desconfio, depende o futuro do Mundo tal como o conhecemos:
Somos humanos ou dançarinos*?
*Se, efectivamente, for "mais densos" ou "mais condensados" - o site oficial não tem a letra, e na oralidade não dá mesmo para perceber - a minha dúvida metafísica continua exactamente na mesma. Que é como quem diz: continua a ser estúpido demais para ser verdade (agora que falo nisso, "dense" também pode significar "estúpido"...).
Eu acho que isto do Papa gravar um disco não é nada boa ideia. Ainda se fosse o Papa anterior. Mas este não. O Papa anterior tinha ar de quem nos adoptava e ensinava kung-fu. Mas este Papa parece que a qualquer momento vai começar a comer pessoas. E quem é que quer comprar um disco de alguém que, a qualquer momento, pode começar a comer pessoas?
Ou “Não ser fã da Guerra das Estrelas é tão mau como não ser do Benfica – leia-se: Quem não é fã da Guerra das Estrelas não é bom chefe de família”
O meu toque de mensagens no telemóvel era o som do R2-D2. Sempre que tocava uma mensagem e eu não estava na sala, quando chegava alguém me dizia: “o teu pássaro esteve a tocar”. Pássaro! O R2-D2! Agora mudei para o Mestre Yoda, que diz naquela sua voz inconfundível: “ohh, message from the dark side, there is”. E o que é que me dizem aqui na redacção, hein? “Esse papagaio não se cala”. Papagaio! O Mestre Yoda! Hereges, é o que é!!!