sexta-feira, fevereiro 20, 2009

Velha infância ou demência?

Sou só eu que, quando ouço isto:

If you change your mind, I'm the first in line
Honey I'm still free
Take a chance on me
If you need me, let me know, gonna be around
If you've got no place to go, if you're feeling down


Começo a cantar isto:

Atenção amigos, o cuidado é pouco
A rainha má
Tem um génio louco
Se ela sabe que eu, agora, ando cá por fora
Não tarda aí já, a rainha má


E quando ouço isto:

Money, money, money
Must be funny
In the rich man’s world
Money, money, money
Always sunny
In the rich man’s world

Aha-ahaaa
All the things I could do
If I had a little money
Its a rich man’s world


Canto isto:

Que é isto, que é isto
Tão comprido
Está o meu nariz
Meu nariz, está visto
Está parecido
Com um pau de giz


Aha-ahaaa
Somos nós quem to diz
Ouve, não mintas Pinóquio
Olha o teu nariz


?

Por favor, alguém me diga que também se lembra. Porque eu já andei à procura no Google e não encontrei nada. Preciso que confirmem a minha sanidade mental.

Adenda das 12:28: Vocês não me estão a perceber. Eu não inventei estas letras. Faziam parte de um programa qualquer da minha infância, cujo nome eu não me lembro, mas em que, parece-me óbvio, se "viviam" as histórias tradicionais. E agora, com esta "Mama-mia-abba-mania" que praí anda, pimba!, estão sempre a pipocar no meu cérebro. O problema é que não só não encontro mais ninguém à minha volta que se lembre, como não descubro qualquer referência à coisa na net. Resumindo: EU SEI QUE NÃO ESTOU MALUCA, mas preciso de encontrar provas disso... :)

Adenda das 15:53: Graças à Susana, encontrei as provas! Obrigada!

segunda-feira, fevereiro 16, 2009

sexta-feira, fevereiro 13, 2009

Ainda o beijo

Mas desta vez apenas o beijo romântico.



Usa 34 músculos faciais, queima 26 calorias por minuto e cada um envolve a troca de 9 miligramas de água, 0.7 miligramas de proteína, 0.18 miligramas de matéria orgânica, 0.71 miligramas de gordura, 0.45 miligramas de sal e 278 tipos de bactérias.
O beijo verdadeiramente apaixonado aumenta o ritmo cardíaco para as 100 batidas por minuto e eleva tanto os níveis hormonais que, alegadamente, encurta a vida em cerca de um minuto.
As suas origens, no entanto, não são lá muito românticas. Os antropologistas ainda se dividem sobre se é um comportamento aprendido ou instintivo. Uma teoria é a de que terá começado como um ritual primitivo para ajudar na selecção do parceiro. Outra é de que nasceu da necessidade: as mães das cavernas, sem uma varinha Philips por perto, mastigavam a comida antes de a colocarem na boca dos bebés, com as suas línguas.
No século XVI, em Nápoles, o beijo em público era uma ofensa que acarretava a pena de morte, e, já no século XX, na Espanha de Franco, ainda valia pena de prisão.

No Indiana existiu uma lei que impedia os homens de bigode de beijarem, presume-se que por uma questão de higiene. E, a propósito de higiene, diz-se que, no tempo das cortes, os apaixonados davam uma dentada numa maçã antes de unirem os lábios, para “amaciar” o hálito. Agora que penso nisso, beijar antes da era da pasta de dentes é algo que, de facto, agradeço não ter vivido.

terça-feira, fevereiro 10, 2009

Se provas fossem precisas

A prova de que o trabalho não se estraga:
Eu fiz nada no fim-de-semana. E mereci cada minuto do nada que eu fiz.

A prova de que eu devia ter ido à escola:
“Eu fiz nada no fim-de-semana” ou “eu não fiz nada no fim-de-semana”?

A prova de que os viciados não têm classe social:
Em Marbella, num restaurante xpto com duas estrelas Michelin, havia, ao pé da porta que dava para a varanda, uma prateleira com mantinhas para o pessoal ir lá fora fumar.

sexta-feira, fevereiro 06, 2009

segunda-feira, fevereiro 02, 2009

Coisas nas quais nunca tinha pensado, mas, de facto, alguém tem que as fazer

Estrela-do-mar, Final feliz, Flash Dance, Deixa Beijar, La Boheme, Poema, Obsessão, Pó-de-arroz, Fetiche, Princesa, Serenata, Affair, Revolution…

Ora aí está um trabalho à minha medida: baptizar vernizes das unhas.