Sorrisos aos molhos

"O sorriso é o caminho mais curto entre duas almas"

Sexta-feira, Abril 16, 2010

I'll be back!

Vou parar de fazer de conta que tenho tempo para ter um blog.
Nesta fase não dá. Um dia volto, com calma.
O e-mail mantém-se [sorrisosaosmolhos@gmail.com] e, por aí, as coisas ficam mais ou menos na mesma: ultimamente, as nossas "conversas" já pouco tinham que ver com os posts ;)


Não é o fim do Sorrisos, fica só em stand-by. I'll be back!



Beijos e abraços *

Sexta-feira, Abril 09, 2010

aaaatchim

Eu não sofro de alergias.
Mas esta Primavera não recebeu esse memorando.

Quinta-feira, Abril 01, 2010

......

Páscoas à parte, hoje estou com fé em Jesus!

Benfiquismos à parte, lembrem-se que os coelhos não põem ovos e tenham cuidado com o que comem. ;)

Quinta-feira, Março 25, 2010

(Not) murder, she wrote

Há um mosquito no meu quarto desde o fim-de-semana. Não morde, mas faz barulho. Andava a ver se encontrava um insecticida que pudesse usar, sem problemas de saúde para os humanos que lá dormem, quando descobri que os mosquitos só vivem oito dias. Vou, portanto, esquecer o insecticida: lá para sábado ele já morreu de morte natural.

Quarta-feira, Março 17, 2010

Cabo

Ah e tal, que os homens só pensam em sexo, e não sei quê.
Será?
A pensar em trocar a Zon lá de casa pelo Meo, apercebi-me que há algo que eles - os homens - valorizam muito mais do que sexo. Se não, vejamos:

Sport TV: 23,90 €
Playboy: 6,50 €

Sexta-feira, Março 05, 2010

À espera do PEC*

The government's view of the economy could be summed up in a few short phrases: if it moves, tax it. If it keeps moving, regulate it. And if it stops moving, subsidize it.
[Quem sabe, sabe, e o Ronald Reagan é que sabia]

*Hoping for the best, but expectating the worst.
[Os Alphaville também não eram parvos de todo]

Terça-feira, Março 02, 2010

A problemática do café

O café da minha praceta fechou. Assim, sem mais nem porquê, num dia encerrou portas às 20h - a hora do costume - e nunca mais reabriu. Coisa sem importância, pensarão alguns de vocês. Mas a verdade é que só quem nunca teve um café à porta de casa é que não se apercebe da gravidade da situação. E eu, entre a casa actual e a anterior, vivo há 12 anos com um café à porta de casa. Isto é, vivia, que agora, nicles!
E não tentem consolar-me com histórias de que há máquinas que fazem um café fantástico lá em casa, que eu sei perfeitamente, e até tenho uma, mas isto ultrapassa largamente a questão da cafeína. São aqueles dias do fim-de-semana em que não apetece sair, mas, ao mesmo tempo, faz falta apanhar um bocadinho de ar: vou só aqui ao lado beber café. São as vontades súbitas de sábado à tarde: que bem que ia agora uma queijadinha de leite. É o chegar do trabalho às 19:30, sem vontade nenhuma de ir fazer jantar: ainda tem empadas de atum?
O drama... O horror...