"O sorriso é o caminho mais curto entre duas almas"
Sexta-feira, Abril 16, 2010
I'll be back!
Vou parar de fazer de conta que tenho tempo para ter um blog. Nesta fase não dá. Um dia volto, com calma. O e-mail mantém-se [sorrisosaosmolhos@gmail.com] e, por aí, as coisas ficam mais ou menos na mesma: ultimamente, as nossas "conversas" já pouco tinham que ver com os posts ;)
Não é o fim do Sorrisos, fica só em stand-by. I'll be back!
Há um mosquito no meu quarto desde o fim-de-semana. Não morde, mas faz barulho. Andava a ver se encontrava um insecticida que pudesse usar, sem problemas de saúde para os humanos que lá dormem, quando descobri que os mosquitos só vivem oito dias. Vou, portanto, esquecer o insecticida: lá para sábado ele já morreu de morte natural.
Ah e tal, que os homens só pensam em sexo, e não sei quê. Será? A pensar em trocar a Zon lá de casa pelo Meo, apercebi-me que há algo que eles - os homens - valorizam muito mais do que sexo. Se não, vejamos:
The government's view of the economy could be summed up in a few short phrases: if it moves, tax it. If it keeps moving, regulate it. And if it stops moving, subsidize it. [Quem sabe, sabe, e o Ronald Reagan é que sabia]
*Hoping for the best, but expectating the worst. [Os Alphaville também não eram parvos de todo]
O café da minha praceta fechou. Assim, sem mais nem porquê, num dia encerrou portas às 20h - a hora do costume - e nunca mais reabriu. Coisa sem importância, pensarão alguns de vocês. Mas a verdade é que só quem nunca teve um café à porta de casa é que não se apercebe da gravidade da situação. E eu, entre a casa actual e a anterior, vivo há 12 anos com um café à porta de casa. Isto é, vivia, que agora, nicles! E não tentem consolar-me com histórias de que há máquinas que fazem um café fantástico lá em casa, que eu sei perfeitamente, e até tenho uma, mas isto ultrapassa largamente a questão da cafeína. São aqueles dias do fim-de-semana em que não apetece sair, mas, ao mesmo tempo, faz falta apanhar um bocadinho de ar: vou só aqui ao lado beber café. São as vontades súbitas de sábado à tarde: que bem que ia agora uma queijadinha de leite. É o chegar do trabalho às 19:30, sem vontade nenhuma de ir fazer jantar: ainda tem empadas de atum? O drama... O horror...
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Obrigada e desculpem qualquer coisinha.