terça-feira, agosto 26, 2008

segunda-feira, agosto 18, 2008

Alguém me explica?

As coisas não lhe correram muito bem em Pequim, mas isso não tira qualquer mérito ao que Telma Monteiro tem feito até aqui e ao facto de continuar a ser uma das mais promissoras atletas nacionais. Outros Jogos Olímpicos virão. Até se perdoam as infelizes reacções da atleta à derrota; afinal, a pressão era muita e, por mais vitórias que se acumulem e títulos que se conquistem, 22 anos serão sempre 22 anos. Agora, alguém me consegue explicar, por favor, o que diabo se passa com o (des)penteado da miúda?! Falta de maturidade perdoa-se, agora tamanha falta de sentido estético e de senso do ridículo, não sei, não...




quarta-feira, agosto 13, 2008

A Oeste, nada de novo

Eu sei que é Agosto, e que é suposto estar tudo calminho, tudo de férias, a funcionar a meio-gás, e tal, mas o facto é que eu continuo sem tempo sequer para coçar os tomates. Vai daí, é uma sorte não os ter, se não, coitados, lá ficavam cheios de comichão.

terça-feira, agosto 05, 2008

Palavras-chave das férias

Lição: se não comes carne, o Alentejo Central é capaz de não ser o sítio mais adequado para almoçar e jantar fora todos os dias. [Sopa de cação é muito bom, mas acaba por enjoar.]

Poesia: um médico, depois de me ter dito que praticamente tudo o que vários outros médicos tinham feito estava errado, e perante a minha expressão de então, mas e onde é que fica a confiança?: “Sabe, menina, a medicina é uma ciência, mas ser médico é uma arte”. [O antibiótico número quatro ainda não foi solução. E vão cinco.]

Vingança: Há quem diga que se serve fria, o meu carro acha que quanto mais a escaldar, melhor. Assim que me ouviu falar que estava na hora de o trocar, bloqueou uma roda e teve que levar travões novos atrás. Não contente com isso, aproveitou as minhas férias para medir forças com a traseira de um Panda (um Fiat, não um urso). Perdeu. O veículo de substituição é um Ibiza e dá-me cabo das costas. [Estou velha.]

Descanso: Um monte alentejano no meio do nada, só com a leitura para pôr em dia à beira da piscina ou no fresquinho do quarto, pareceu-me o local ideal para recuperar forças em tão poucos dias. Na primeira noite, doente e sem conseguir pregar olho, enquanto matava uma aranha no chão da casa de banho dei comigo a pensar: Tu e a natureza não se dão nada bem… O que diabo estás a fazer no meio do campo?! [Negociei umas tréguas com a natureza, e, entre mimos e anti-inflamatórios, acabei por conseguir descansar bastante.]