segunda-feira, agosto 27, 2007

terça-feira, agosto 14, 2007

Onde estava a UNICEF?!

Passando por uma paragem de autocarro em frente ao Estádio de Alvalade, vejo um pai a ensinar uma pobre criança a cantar o hino do Sporting. É, e depois admiram-se que as crianças cresçam e se tornem políticos, advogados, ou coisa pior...

P.S. do dia 15: este estaminé encontra-se encerrado até dia 23, para mais um episódio da longa-metragem "Férias às pinguinhas", starring esta que vos escreve. Até lá, beijos e abraços :)*

terça-feira, agosto 07, 2007

A sobrinha mais linda do mundo

[Depois de eu ter acabado de lhe ler um livro]
Ela: Agora conta-me uma história com boca.
Eu: Uma história o quê?!
Ela: Uma história assim só com boca, sem livro...
[frase acompanhada de um daqueles olhares "estes adultos não percebem nada"]

segunda-feira, agosto 06, 2007

Stick with you

Sábado à noite telefonei à minha amiga X.
Eu - Olá, vim passar o fim-de-semana e trouxe a Y comigo. Como a Z também está cá, estamos a combinar encontrarmo-nos em Óbidos para beber um copo. O que me dizes?
Ela - [entusiasmada] Ah, porreiro! Deixa-me só ver com o W [o marido], que ele levantou-se muito cedo e tem andado o dia todo cheio de sono. Já te ligo a seguir ao jantar.
[A seguir ao jantar]
Ela – Olha, afinal não vamos. O W está muito cansado e já não lhe apetece sair.
Eu – (o que respondi) Tudo bem, fica para a próxima.
Eu – (o que me apetecia ter respondido) E então, são siameses?!

Eh pá, eu não consigo perceber isto. Esforço-me, eu juro que me esforço, mas não consigo. A mim parece-me que quando se fala em união não se pretende ser tão literal: os casais não precisam de estar unidos com Super-cola 3 para serem felizes. Muito pelo contrário, diria eu. Mas a verdade é que eu não percebo nada disto, como se prova pela minha incapacidade para manter uma relação por mais de um mês ou dois. Vai daí, é capaz de ser verdade. Se calhar os casais têm que ser assim, siameses. Talvez para não se perderem um do outro...
A ser assim, resta-me uma certeza: passarei o resto da vida a, como diz a minha mãe, trocar de namorado como quem troca de camisa. Porque recuso-me a seguir esta receita. Prezo demasiado a minha individualidade para abdicar dela, e jamais conseguiria respeitar alguém que abdicasse da sua em nome dessa suposta união que até cola cientistas ao tecto.