sexta-feira, abril 24, 2009

Manifesto

Desconfiar é verbo que não conjuga bem no meu prontuário das relações pessoais.



{Para a semana estou de férias. Nada de especial, só uns dias entre um fecho e outro, para dormir, descansar a cabeça e tratar da minha negligenciada casa. O blog não me quis dizer se aproveita e tira uns dias também, ou se fica no activo. Logo se vê. Beijos e abraços.}

quarta-feira, abril 22, 2009

Alguém ainda tem "saco" para Lost?

Como fazer uma sandes de manteiga de amendoim com geleia, ao estilo das personagens de Lost:


Jack
1. Junta os ingredientes.
2. Aponta uma arma para os ingredientes e grita “COMO É QUE EU VOS TRANSFORMO NUMA SANDES?”.
3. Bufa pelo nariz como se fosses espancar os ingredientes.
4. Desiste, faz a sandes por tua conta e come amargurado.

Kate
1. Faz sandes separadas, uma de manteiga de amendoim, outra de geleia.
2. Morde a sandes de manteiga de amendoim e diz que ela é a melhor.
3. Morde a sandes de geleia e diz que ela é a melhor.
4. Repete as etapas 2 e 3 indefinidamente.
5. Enfrenta um perigo mortal acompanhada da sandes de manteiga de amendoim ou de geleia.

Sawyer
1. Atira o frasco de geleia contra a parede, rosnando: “eu não preciso de sandes nenhuma”.
2. Chama várias alcunhas engraçadinhas à mascote da marca de manteiga de amendoim.
3. Bufa e bate o pé e resmunga muito.
4. Quando ninguém estiver a olhar, faz uma sandes de manteiga de amendoim e geleia - perfeita, certinha, simétrica - e senta-te num canto a saborear cada dentada.

Locke
1. Senta-te e relaxa, acreditando que os ingredientes vão encontrar uma forma de fazer uma sandes de si mesmos.
2. Perde a fé e faz tu próprio a sandes.
3. Percebe que, na verdade, tu foste o instrumento através do qual os ingredientes se fizeram sandes.
4. Corre e tire as facas de toda a gente, tentando convencê-los de que as sandes deles eventualmente farão o mesmo.

Hurley
1. Faz a sandes.
2. Come a sandes.
3. Repete as etapas 1 e 2 até estares cansado.

Sayid
1. Arranja 23 mg de Urânio-20.
2. Ajusta o Grande Colisor de Hadrons para 8 megajoules.
3. Programa uma macro para fazer sandes usando o Cobol ou o Visual Basic.
4. Faz cara de Durão.

Desmond
1. Come a sandes.
2. Chama a sandes de "brother".
3. Coloca a fatia com manteiga de amendoim sobre a fatia com geleia.
4. Põe geleia na outra fatia.
5. Pões manteiga de amendoim numa fatia.
6. Pega em duas fatias de pão, um frasco de manteiga de amendoim e outro de geleia.

Ben
1. Rouba a sandes de alguém
2. Alega que foste tu que o forçou a fazer a sandes desde o início.
3. Promete contar tudo se eles te fizerem outra sandes.
4. Olha fixamente para eles, com ar tresloucado.

Libby
1. Planeia uma das mais complexas, fascinantes e deliciosas sandes de todos os tempos.
2. Assim que começares a fazê-la, leva um tiro.

Claire
1. Mmmmmmm, manteiga de amendoim.
O original está aqui.

segunda-feira, abril 20, 2009

Existem dois tipos de pessoas:

As que comem spaghetti, penne, farfalle, tagliatelle, fusilli, ziti, tortellini, ravioli, macaroni, spirali, fettuccine, rigatoni, cannelloni, linguine, pappardelle...
E as que comem massa.

terça-feira, abril 07, 2009

segunda-feira, abril 06, 2009

quarta-feira, abril 01, 2009

terça-feira, março 31, 2009

sexta-feira, março 27, 2009

Quatro anos


Já foi no dia 16, mas tenho andado tão atarefada que só agora me apercebi. Não tenho tido tempo de dar ao Sorrisos a atenção que ele merece, mas ele continua a ser uma parte importante de mim, pelo que vou fazendo o que posso, com esperança de que melhores (ou maiores...) dias virão. Quatro anos. Nunca tive um "hobby" que durasse tanto tempo. A culpa, claro, é vossa. Obrigada por passarem por cá :)*

quarta-feira, março 25, 2009

Quem, eu?

Eu mal consigo dar conta do blog. Portanto, a todos os que me têm questionado sobre este assunto, não, não tenho página (será assim que se chama?) no Twiter e não planeio vir a ter. Mas gosto muito de vocês na mesma ;)*

quinta-feira, março 19, 2009

Maldade pura ou "apenas" total falta de noção?

Mal pôs o pezinho em África, o Papa disse, alto e bom som, que usar preservativo não ajuda no combate à SIDA. Cerca de duas semanas antes desta declaração altamente humanitária e socialmente responsável do chefe máximo da Igreja, um arcebispo brasileiro tinha excomungado a mãe de uma menina de nove anos que abortou depois de ser violada pelo padrasto, bem como os médicos que efectuaram o procedimento e todos os outros envolvidos no processo. Todos excepto o violador, porque, diz sua santidade no seu português do Brasil, “aborto é pior do que estupro”.
Eu tenho para mim que estes dois acontecimentos tão dignificantes para a Igreja Católica não se sucederam por acaso. Aliás, informadores muito bem posicionados contaram-me já que o Papa se prepara para chamar o tal arcebispo a África e mandá-lo excomungar o vírus da SIDA. Problema resolvido.
Dado que esta é a mesma Igreja que diz que as mulheres devem pensar muito bem antes de casar com muçulmanos, e que os gays vão todos arder no inferno, entre outras coisas igualmente bonitas e respeitadoras, alguém sabe onde é a fila da excomunhão? É que eu também quero.

quarta-feira, março 11, 2009

Continuando na onda do mete nojo:

Vou ali até Roma ver as vistas*...




... e depois até Nice, que diz que na Côte d'Azur o sol ainda não aqueceu como em Lisboa, mas eu nem sou grande fã de praia.




Marcamos encontro aqui, de amanhã a oito dias, sim? Até lá, beijos e abraços :)
* e guiar uns carros

terça-feira, março 10, 2009

Cheira a Primavera

Num dia lindo como o de hoje, apeteceu-me pôr aqui esta foto dos meus cabelos despenteados. Assim mesmo, só para meter nojo... :)

segunda-feira, março 02, 2009

Há várias razões para eu odiar o McDonald's

E nenhuma é a comida.

Num "almoço à hora do lanche", já atrasadíssimos para o que deveria ter sido "um café depois do almoço", entre o "seguimos em jejum" ou "fazemos uma paragem rápida no McDonald's de Telheiras, que até fica a caminho da A8", optou-se pela segunda hipótese.
Depois da empregada-adolescente-com-ar-enjoado-de-o-meu-sonho-era-trabalhar-na-Zara-mas-afinal-foi-isto-que-me-calhou-vejam-lá-para-o-que-uma-pessoa-está-guardada ter-se dignado a terminar a amena cavaqueira com a colega da caixa ao lado, num misto de "fogo, isto estava tão sossegado, mas o que diabo dará às pessoas para virem comer hamburgers às cinco da tarde" e de "com tantas caixas vazias, porque é que tinham que escolher logo a minha, que estava aqui tão entretida a inteirar-me das últimas fofoquices", desenrolou-se a seguinte conversa:
Eu: Um McFish, por favor.
Ela: Não temos, acabaram de manhã.
Eu (depois de um f***-** mental, e enquanto decidia se almoçava - lanchava? - um sundae de caramelo ou um pacote de batatas fritas, respondo, mais para ver se ela parava de olhar alternadamente para mim e para a imensidão de hamburgers nos cartazes lá atrás do que propriamente por achar que tinha alguma coisa a ver com isso): Não como carne.
Ela: Ah, mas tem o McChicken. É de frango.

??

quarta-feira, fevereiro 25, 2009

sexta-feira, fevereiro 20, 2009

Velha infância ou demência?

Sou só eu que, quando ouço isto:

If you change your mind, I'm the first in line
Honey I'm still free
Take a chance on me
If you need me, let me know, gonna be around
If you've got no place to go, if you're feeling down


Começo a cantar isto:

Atenção amigos, o cuidado é pouco
A rainha má
Tem um génio louco
Se ela sabe que eu, agora, ando cá por fora
Não tarda aí já, a rainha má


E quando ouço isto:

Money, money, money
Must be funny
In the rich man’s world
Money, money, money
Always sunny
In the rich man’s world

Aha-ahaaa
All the things I could do
If I had a little money
Its a rich man’s world


Canto isto:

Que é isto, que é isto
Tão comprido
Está o meu nariz
Meu nariz, está visto
Está parecido
Com um pau de giz


Aha-ahaaa
Somos nós quem to diz
Ouve, não mintas Pinóquio
Olha o teu nariz


?

Por favor, alguém me diga que também se lembra. Porque eu já andei à procura no Google e não encontrei nada. Preciso que confirmem a minha sanidade mental.

Adenda das 12:28: Vocês não me estão a perceber. Eu não inventei estas letras. Faziam parte de um programa qualquer da minha infância, cujo nome eu não me lembro, mas em que, parece-me óbvio, se "viviam" as histórias tradicionais. E agora, com esta "Mama-mia-abba-mania" que praí anda, pimba!, estão sempre a pipocar no meu cérebro. O problema é que não só não encontro mais ninguém à minha volta que se lembre, como não descubro qualquer referência à coisa na net. Resumindo: EU SEI QUE NÃO ESTOU MALUCA, mas preciso de encontrar provas disso... :)

Adenda das 15:53: Graças à Susana, encontrei as provas! Obrigada!

quinta-feira, fevereiro 19, 2009

segunda-feira, fevereiro 16, 2009

Ain't it sad?

Em média, um ser humano passa duas semanas da sua vida à espera que as luzes dos semáforos fiquem verdes.

sexta-feira, fevereiro 13, 2009

Ainda o beijo

Mas desta vez apenas o beijo romântico.



Usa 34 músculos faciais, queima 26 calorias por minuto e cada um envolve a troca de 9 miligramas de água, 0.7 miligramas de proteína, 0.18 miligramas de matéria orgânica, 0.71 miligramas de gordura, 0.45 miligramas de sal e 278 tipos de bactérias.
O beijo verdadeiramente apaixonado aumenta o ritmo cardíaco para as 100 batidas por minuto e eleva tanto os níveis hormonais que, alegadamente, encurta a vida em cerca de um minuto.
As suas origens, no entanto, não são lá muito românticas. Os antropologistas ainda se dividem sobre se é um comportamento aprendido ou instintivo. Uma teoria é a de que terá começado como um ritual primitivo para ajudar na selecção do parceiro. Outra é de que nasceu da necessidade: as mães das cavernas, sem uma varinha Philips por perto, mastigavam a comida antes de a colocarem na boca dos bebés, com as suas línguas.
No século XVI, em Nápoles, o beijo em público era uma ofensa que acarretava a pena de morte, e, já no século XX, na Espanha de Franco, ainda valia pena de prisão.

No Indiana existiu uma lei que impedia os homens de bigode de beijarem, presume-se que por uma questão de higiene. E, a propósito de higiene, diz-se que, no tempo das cortes, os apaixonados davam uma dentada numa maçã antes de unirem os lábios, para “amaciar” o hálito. Agora que penso nisso, beijar antes da era da pasta de dentes é algo que, de facto, agradeço não ter vivido.