terça-feira, julho 03, 2012
Procrastinação
As coisas que eu consigo fazer quando era suposto estar a fazer outra coisa qualquer são verdadeiramente impressionantes.
sexta-feira, junho 29, 2012
Fada do lar...
Olho sempre para a etiqueta das roupas antes de as comprar. Não
para ver de que materiais são feitas, mas para me certificar de que não dizem
que não podem ser lavadas na máquina. É que isso significava comprar uma roupa
que nunca iria ser lavada.
quarta-feira, junho 27, 2012
segunda-feira, junho 25, 2012
Mas que diabo...?
O telemóvel toca. Subo a escada a correr, agarro-o, deslizo
o dedo sobre o “atender” com ele ainda a tocar, chego-o ao ouvido a tempo
de ouvir um “clic”, seguido de um “pi-pi-pi-pi”. Ligo imediatamente de volta. A
sério, imediatamente. Chama... chama… chama… chama oito vezes e segue para o
voice mail. Mas o que é que a pessoa fez depois de eu não a atender? Atirou o
telefone o mais longe que conseguiu e fugiu a correr na direção oposta?
quarta-feira, junho 20, 2012
O cúmulo da preguiça?
Há uma associação de solidariedade lisboeta que fez na semana passada um apelo
urgente: precisa de leite. Por cada telefonema que se faça para o número
760-não-sei-das-quantas, a associação recebe um litro de leite [não sei como isto
funciona, mas desde que funcione, tudo bem]. Ora um litro de leite meio-gordo
do Pingo Doce custa 46 ou 47 cêntimos [mais coisa, menos coisa], e admito que
no Continente ou no Lidl até seja possível encontrar mais barato. E a chamada
para o tal número de telefone custa 60 cêntimos mais IVA, o que dá quase 74
cêntimos.
Desde que a campanha começou, a associação tem divulgado no
facebook o número de chamadas recebidas. Até ontem, um total de 1591. Ou seja,
a associação tem, neste momento, 1591 litros de leite, quando, pelo mesmo
dinheiro, poderia ter cerca de 2500 litros, se a matemática não me falha. Ora,
sou só eu que acho que há algo de errado nesta equação?
Não ponho a “culpa” na associação. Eles precisam do leite, e
aceitam-no da forma que lhes chegar. Mas as pessoas… sempre a escolherem o
caminho mais fácil, mesmo que seja o que faz menos sentido.
segunda-feira, junho 18, 2012
Prometheus
Retive, deste filme, que a evolução da humanidade é no sentido da estupidez e da burrice.
Curiosamente, isso não me espantou...
Curiosamente, isso não me espantou...
quinta-feira, junho 14, 2012
terça-feira, junho 12, 2012
sexta-feira, junho 08, 2012
Ossos do ofício
O pior livro que li. Assim, em absoluto. Não é o pior livro que li nos últimos anos. Nem o pior livro para crianças que li. É o pior livro que alguma vez li.
Primeiro, a ideia de "miúdos de esquerda" e de "miúdos de direita" é absurda, claro. Toda a gente vê isso, exceto os autores e, ao que parece, o ministro das finanças.
Segundo, é óbvio que há várias explicações para a crise [nunca nada é apenas preto e branco - quer dizer, os pinguins são... e as zebras, e os dálmatas, e os filmes do Charlie Chaplin... mas vocês entendem-me], mas a ideia de a crise ter duas explicações completamente antagónicas, conforme se é "de esquerda" ou "de direita", é, além de estúpida, irresponsável.
Terceiro, não se aprende nada. Nós, adultos, quando não percebemos alguma coisa, até costumamos pedir, como no anúncio, "explica-me como se eu tivesse 4 anos"; porque se supõe que as explicações dadas às crianças são simples e claras, sem rodeios e sem floreados. Ora pois, ursos, abelhas, mel, blá-blá-blá, yada-yada-yada... "saímos" do livro tão esclarecidos quanto "entrámos".
Quarto, a mensagem com que termina é repugnante: ó filho, o teu amigo diz o contrário do que eu digo, porque está a ver o mundo de pernas para o ar. Ou seja, não é porque tem pontos de vista diferentes, ou porque viveu experiências diferentes, é, basicamente, porque está a ver mal, está errado, é parvo.
Por último, mas não menos importante, o urso da capa "de esquerda" parece um elefante e o urso da capa "de direita" tem ar de psicopata javardo.
Primeiro, a ideia de "miúdos de esquerda" e de "miúdos de direita" é absurda, claro. Toda a gente vê isso, exceto os autores e, ao que parece, o ministro das finanças.
Segundo, é óbvio que há várias explicações para a crise [nunca nada é apenas preto e branco - quer dizer, os pinguins são... e as zebras, e os dálmatas, e os filmes do Charlie Chaplin... mas vocês entendem-me], mas a ideia de a crise ter duas explicações completamente antagónicas, conforme se é "de esquerda" ou "de direita", é, além de estúpida, irresponsável.
Terceiro, não se aprende nada. Nós, adultos, quando não percebemos alguma coisa, até costumamos pedir, como no anúncio, "explica-me como se eu tivesse 4 anos"; porque se supõe que as explicações dadas às crianças são simples e claras, sem rodeios e sem floreados. Ora pois, ursos, abelhas, mel, blá-blá-blá, yada-yada-yada... "saímos" do livro tão esclarecidos quanto "entrámos".
Quarto, a mensagem com que termina é repugnante: ó filho, o teu amigo diz o contrário do que eu digo, porque está a ver o mundo de pernas para o ar. Ou seja, não é porque tem pontos de vista diferentes, ou porque viveu experiências diferentes, é, basicamente, porque está a ver mal, está errado, é parvo.
Por último, mas não menos importante, o urso da capa "de esquerda" parece um elefante e o urso da capa "de direita" tem ar de psicopata javardo.
segunda-feira, junho 04, 2012
Do dia da criança
O meu sobrinho mais novo mandou-me (mesmo a sério!) tirar férias para
passar a manhã na escola com ele, e à tarde fomos ao cinema ver A Bela e o
Monstro que está agora em reposição 3D – é um dos meus filmes Disney
preferidos, se bem que quem, como eu, viu e reviu a versão dobrada em português
do Brasil e sabe as falas e as músicas de cor, vai-se passar um bocadinho. [E o
3D é uma treta, e os óculos fazem dor de cabeça e já paravam com essa mania. Ah,
mas a sessão começa com uma curta do Entrelaçados que é uma delícia!]
Anyway, não foi para falar de cinema que vim aqui. Feitas as
contas, acabei por passar o dia rodeada de crianças. Umas maravilhosas… outras
nem por isso. As crianças são crianças, e não espero nunca que se comportem
como adultos. É suposto fazerem disparates, e sujarem a roupa, e caírem, e dizerem
totozices, mas há limites. Os limites da boa educação, parece-me. E a verdade é
que choca-me a educação que algumas (não) recebem em casa. Por isso é que há
miúdos que só à estalada… nos paizinhos.
quinta-feira, maio 31, 2012
E vergonha na cara, não?
“Comprometedor era ter respondido”. É assim que o
ex-ministro Miguel Relvas justifica a sua inocência no caso dos clippings e sms
que recebia de Jorge Silva Carvalho.
Está tudo dito.
[O quê? O Miguel Relvas não é ex-ministro? Peço desculpa, eu
às vezes precipito-me.]
quarta-feira, maio 30, 2012
Eu disse que voltava
“Talvez esteja na hora de voltar ao blog”. Uma pessoa pensa
nisto, descontraidamente, sem imaginar as dores de cabeça que a esperam. É que,
mais de dois anos depois, é evidente que já não sabe a password de acesso. “Deve
ser só pedir uma nova”, acha. Mas afinal, parece que além de não saber a
password de acesso ao blog, já não sabe também a password de acesso ao e-mail
que lhe dá acesso ao blog. O que é chato, uma vez que é para esse e-mail que o Blogger
vai enviar o link que lhe permite definir uma nova password para aceder ao
blog. Bela pescadinha de rabo na boca, hein?
Toca a experimentar passwords. Nada. O Yahoo começa a
desconfiar de mim e, a cada nova tentativa, brinda-me com a caixinha do “Verification
Code”, não vá dar-se o caso de eu ser um extraterrestre que não sabe ler letras
tortas, ou assim. Desisto e clico no botãozinho que, muito apropriadamente, diz
“I can't access my account - Help”, só para descobrir que é suposto responder
acertadamente a duas perguntas que, em teoria, já respondi antes e os senhores
Yahoos têm por lá guardadas. Medo. O nome do meu sobrinho mais velho? Respiro de
alívio, desta nem eu me esqueço. Mas depois… O meu livro preferido? A sério?
Normalmente é o último… Disponho-me a fazer algumas tentativas, já sem
esperança nenhuma de recuperar a conta, mas eis que acerto à primeira! Afinal
fui esperta (!), pus um clássico, sempre entre os preferidos, independentemente
dos que vieram depois.
E assim, aqui estou de novo. Sim, eu sei, o blog precisa de
um “refreshment” estético, mas já não sei como nada disso se faz, pelo que vou
ter que aprender tudo outra vez. Baby steps.
P.S.: Para tentar evitar que eu fique ainda mais maluca do
que o costume, o Sorrisos Model Year 2012 é escrito segundo as regras do novo
acordo ortográfico.
P.P.S: Exceto nos casos em que eu estiver distraída...
sexta-feira, abril 16, 2010
I'll be back!
Vou parar de fazer de conta que tenho tempo para ter um blog.
Nesta fase não dá. Um dia volto, com calma.
O e-mail mantém-se [sorrisosaosmolhos@gmail.com] e, por aí, as coisas ficam mais ou menos na mesma: ultimamente, as nossas "conversas" já pouco tinham que ver com os posts ;)
Não é o fim do Sorrisos, fica só em stand-by. I'll be back!
Beijos e abraços *
Nesta fase não dá. Um dia volto, com calma.
O e-mail mantém-se [sorrisosaosmolhos@gmail.com] e, por aí, as coisas ficam mais ou menos na mesma: ultimamente, as nossas "conversas" já pouco tinham que ver com os posts ;)
Não é o fim do Sorrisos, fica só em stand-by. I'll be back!
Beijos e abraços *
sexta-feira, abril 09, 2010
quinta-feira, abril 01, 2010
......
Páscoas à parte, hoje estou com fé em Jesus!
Benfiquismos à parte, lembrem-se que os coelhos não põem ovos e tenham cuidado com o que comem. ;)
Benfiquismos à parte, lembrem-se que os coelhos não põem ovos e tenham cuidado com o que comem. ;)
quinta-feira, março 25, 2010
(Not) murder, she wrote
Há um mosquito no meu quarto desde o fim-de-semana. Não morde, mas faz barulho. Andava a ver se encontrava um insecticida que pudesse usar, sem problemas de saúde para os humanos que lá dormem, quando descobri que os mosquitos só vivem oito dias. Vou, portanto, esquecer o insecticida: lá para sábado ele já morreu de morte natural.
quarta-feira, março 17, 2010
Cabo
Ah e tal, que os homens só pensam em sexo, e não sei quê.
Será?
A pensar em trocar a Zon lá de casa pelo Meo, apercebi-me que há algo que eles - os homens - valorizam muito mais do que sexo. Se não, vejamos:
Sport TV: 23,90 €
Playboy: 6,50 €
Será?
A pensar em trocar a Zon lá de casa pelo Meo, apercebi-me que há algo que eles - os homens - valorizam muito mais do que sexo. Se não, vejamos:
Sport TV: 23,90 €
Playboy: 6,50 €
sexta-feira, março 05, 2010
À espera do PEC*
The government's view of the economy could be summed up in a few short phrases: if it moves, tax it. If it keeps moving, regulate it. And if it stops moving, subsidize it.
[Quem sabe, sabe, e o Ronald Reagan é que sabia]
*Hoping for the best, but expectating the worst.
[Os Alphaville também não eram parvos de todo]
[Quem sabe, sabe, e o Ronald Reagan é que sabia]
*Hoping for the best, but expectating the worst.
[Os Alphaville também não eram parvos de todo]
terça-feira, março 02, 2010
A problemática do café
O café da minha praceta fechou. Assim, sem mais nem porquê, num dia encerrou portas às 20h - a hora do costume - e nunca mais reabriu. Coisa sem importância, pensarão alguns de vocês. Mas a verdade é que só quem nunca teve um café à porta de casa é que não se apercebe da gravidade da situação. E eu, entre a casa actual e a anterior, vivo há 12 anos com um café à porta de casa. Isto é, vivia, que agora, nicles!
E não tentem consolar-me com histórias de que há máquinas que fazem um café fantástico lá em casa, que eu sei perfeitamente, e até tenho uma, mas isto ultrapassa largamente a questão da cafeína. São aqueles dias do fim-de-semana em que não apetece sair, mas, ao mesmo tempo, faz falta apanhar um bocadinho de ar: vou só aqui ao lado beber café. São as vontades súbitas de sábado à tarde: que bem que ia agora uma queijadinha de leite. É o chegar do trabalho às 19:30, sem vontade nenhuma de ir fazer jantar: ainda tem empadas de atum?
O drama... O horror...
E não tentem consolar-me com histórias de que há máquinas que fazem um café fantástico lá em casa, que eu sei perfeitamente, e até tenho uma, mas isto ultrapassa largamente a questão da cafeína. São aqueles dias do fim-de-semana em que não apetece sair, mas, ao mesmo tempo, faz falta apanhar um bocadinho de ar: vou só aqui ao lado beber café. São as vontades súbitas de sábado à tarde: que bem que ia agora uma queijadinha de leite. É o chegar do trabalho às 19:30, sem vontade nenhuma de ir fazer jantar: ainda tem empadas de atum?
O drama... O horror...
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